Associados do Sindicadezal querem ganho real de 3% para negociação com a BRF

Capinzal – O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes e Derivados, Indústrias de Alimentação e Afins de Capinzal (Sindicadezal) realizou no sábado (14) uma assembleia geral extraordinária com associados à entidade e demais trabalhadores da BRF, unidade de Capinzal. O encontro contou com a presença do presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes e Alimentação de Santa Catarina (Fetiaesc), Miguel Padilha, e da Força Sindical no Estado, Oswaldo Mafra.

A assembleia ocorreu no Centro Educacional Prefeito Celso Farina e, de acordo com o presidente do Sindicadezal, Ludovino Soccol, teve número expressivo de participantes. “Foi uma excelente assmbleia, muito produtiva, e com uma participação com número expressivo”, comenta o sindicalista.

Conforme Soccol, a assembleia teve formato diferenciado, uma vez que deixou a explanação em eslaides e passou para o maior diálogo entre sindicato e associados. Em relação às projeções, a assembleia definiu os percentuais que deverão ser apresentados à BRF.

“Como ainda não há a inflação do período, já que a nossa data-base encerra em maio, no momento acumulado, até março, é de 1,04%. A princípio o pedido da assembleia é que seja a inflação e o ganho real de 3%, em todas as cláusulas financeiras”, completa.

Também foram tratados assuntos sobre a Reforma Trabalhista e as dificuldades enfrentadas pelo sindicato. “Agora vamos aguardar os demais sindicatos para unificar o rol das propostas e encaminhar à empresa até o final de maio”.

Sobre a situação da BRF, Soccol destaca que foram debatidos temas referentes à planta de Capinzal. “Em função das férias coletivas, o pessoal estava preocupado com o retorno das férias coletivas, e em contato com a gerência foi tratado na última reunião e nessa que os trabalhos retomarão a normalidade no final das férias coletivas. É uma garantia e tranquilidade aos trabalhadores”, afirma.

Segundo o presidente do Sindicadezal, o número de pessoas que estarão em férias coletivas diminuiu em relação ao primeiro cenário divulgado, que era de cerca de 3,5 mil funcionários. “Em torno de 70 pessoas por turno serão seguradas para abastecer outras unidades”, finaliza.

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