Avicultores se reúnem com a CADEC e BRF para discutir consequências das férias coletivas em Capinzal

Capinzal – O anúncio das férias coletivas para cerca de 3 mil funcionários do setor de produção da BRF Capinzal causou apreensão aos avicultores. Muitos ficaram preocupados com possíveis prejuízos nesse período. Em razão disso, foi realizada na noite desta quarta-feira (28) uma reunião de negociações organizada pela associação dos avicultores, com a Comissão de Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadec) e a BRF.

Nesta semana a BRF divulgou nota confirmando que os trabalhadores do setor de produção da unidade de Capinzal terão férias coletivas em maio. A informação havia sido antecipada na segunda-feira (26) pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Carnes e Derivados (Sindicadezal).

A medida será adotada somente no abate de aves, devido à necessidade de ajustes no planejamento de produção, a companhia concederá férias coletivas, a partir do dia 7 de maio, a todos os colaboradores do abate de aves da unidade produtiva de Capinzal, Santa Catarina.

Após 30 dias, a operação será retomada normalmente. Conforme o Sindicadezal, a BRF aproveitará o período para fazer investimentos que chegariam a R$ 6 milhões na unidade de Capinzal. A medida, de acordo com o Sindicadezal, seria uma consequência da Operação Carne Fraca 2 desencadeada pela Polícia Federal em agroindústrias que restringiu as exportações de carnes de frango para a Europa. A BRF emprega quase 5 mil funcionários.

O presidente da Associação dos Avicultores, Alcides Borges, informa as decisões tomadas na reunião de ontem e afirma que não haverá prejuízo aos avicultores.

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