Câmara de Vereadores de Ouro requer informações sobre paralisação da SC-467 entre Ouro e Jaborá

Ouro – A Câmara de Vereadores de Ouro questiona a paralisação das obras na SC-467 no trecho que liga Ouro a Jaborá. O legislativo Ourense aprovou, por unanimidade, requerimento dos vereadores Ivonei  Antônio Dambrós (PCdoB) e Fernando Zaléski (PP) solicitando informações da Agencia de Desenvolvimento Regional (ADR) de Joaçaba acerca da paralisação da obra de pavimentação da rodovia, além do número do protocolo de rompimento do contrato entre o governo do estado e a empresa MonteAdriano, data do rompimento desse contrato e a data do lançamento do novo processo licitatório.

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O requerimento foi aprovado na sessão da última segunda-feira (05). Na metade deste ano o governo do estado rescindiu contrato com a empresa portuguesa MonteAdriano. A construtora foi a vencedora da licitação para executar o trecho de 33,6 km.

A obra foi iniciada no primeiro semestre de 2014 e a previsão de entrega era para julho deste ano. Era orçada em R$ 62 milhões. Desse valor, a empresa recebeu em torno R$ 30 milhões. Um novo orçamento feito pelo governo do estado apontou que serão necessários ainda aproximadamente R$ 46 milhões para a conclusão da obra. Os recursos serão viabilizados por meio do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

Também foi incluído no orçamento mais R$ 5 milhões que serão aplicados na pavimentação de um trecho que liga à comunidade de Santa Helena, interior de Jaborá. A pavimentação da SC 467 é uma reivindicação de mais de 30 anos.

No final de outubro, o secretário de estado da Infraestrutura, João Carlos Ecker, disse ao “Michel Teixeira Notícias” que assim como aconteceu no trecho entre Jaborá e a BR-153/Concórdia, a empresa contratada deixou a obra, sendo necessário refazer todo o projeto para nova licitação. “Foram cerca de oito meses paralisada, mas agora a empresa está fora e o BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento retornou aprovando a recontratação da obra”, reiterou.

Conforme Ecker, o processo ficou sob avaliação do Grupo Gestor do governo, que são os chamados “conselheiros” que dão o aval para liberação por parte do governador. “Passa pelo crivo do grupo gestor, mas assim que for aprovado pelo grupo será lançado o edital”.

Ele adiantou, à época, acreditar que entre fevereiro ou março deva ser dada ordem de serviço para recontratação da obra e continuidade dos trabalhos.

 

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