Casal de Piratuba conta como foi adotar dois irmãos; vídeo

Piratuba – Nesta quinta-feira, 25 de maio, é comemorado o Dia Nacional de Adoção. Muitas famílias sabem o significado da presença de crianças em seus lares decorrente desse ato. Na região, um dos casos mais emblemáticos é do casal Ezequiel – Zica e Karla Lenhardt Machado.

O casal por muito tempo tentou ter filhos. Porém, com algumas dificuldades, resolveram partir para a adoção. O primeiro filho adotado foi Kauê. O segundo foi o irmão dele, Pablo. Ambos possuem ainda mais irmãos. Kauê é autista. Ele também frequenta escola especial.

Ezequiel e Karla preencheram os requisitos impostos pela Justiça antes de terem a guarda definitiva dos meninos. Para falar um pouco desse tema que ainda causa muitas dúvidas, nossa reportagem foi até a casa do casal mostrar contar um pouco da história da família. No vídeo abaixo, você confere como foi a trajetória desde a decisão de adotar até a efetiva adoção. Confira:

25 de maio – Dia Nacional de Adoção: A emocionante história da família Machado de Piratuba

Posted by Michel Teixeira on Thursday, May 25, 2017

Mais de 3 mil crianças estão inscritas no Cadastro Único Informatizado de Adoção e Abrigo de Santa Catarina (CUIDA). São todos pretendentes e interessados em adotar crianças cujas características desejadas, infelizmente, não encontram entre as 150 acolhidas em abrigos no Estado, já destituídas do poder familiar e aptas para a adoção. Isso porque possuem idade entre 10 e 15 anos, alguns com registro de enfermidades, outros em grupos de irmãos. Já 80% dos inscritos no CUIDA deixam claro suas preferências: crianças até três anos, sadias e preferencialmente do sexo feminino, sem irmãos.

Exigência da lei, mas que busca também reduzir a distância entre adotantes e adotados em seus respectivos perfis, cursos para pretendentes à adoção são cada vez mais comuns no Estado, onde tiveram início ainda em 2010. Eles tem por objetivo repassar informações, orientações e reflexões sobre a temática, assim como partilhar experiências e vivências sócio afetivas para pessoas interessadas em adotar. Busca também apresentar a realidade das crianças que efetivamente precisam ser adotadas, que são aquelas com idades entre oito e 15 anos, grupos de irmãos, que vivem em serviços de acolhimento, já destituídas do Poder Familiar, mas que não tem ninguém que as queira.

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