Ciro diz que saída espontânea é ‘mais digna’ a deputados que votaram pela Previdência

O futuro dos oito parlamentares do PDT que votaram contra a orientação da sigla e favoráveis à reforma da Previdência terão seu destino decidido a partir de quarta-feira, 17. Em entrevista dada nesta segunda-feira, 15, ao Estadão/Broadcast Político e à Rádio Eldorado, o ex-ministro Ciro Gomes, principal nome do PDT, defendeu que todos deixem espontaneamente o partido, o que seria “mais digno” do que esperar por uma eventual expulsão. A deputada novata Tabata Amaral (SP) é o nome de maior evidência entre os dissidentes.

“Ninguém pode servir a dois senhores”, afirmou Ciro sobre a postura dos deputados, lembrando que ele próprio trocou sucessivas vezes de partido. “Eu acho que o mais digno – não quero particularizar nela (Tabata), porque foram ela e mais sete – é fazer o que eu fiz. Fui filiado e ajudei a fundar o PSDB, que tinha um programa lindo, que tinha uma série de propostas muito sérias, foi para o governo e fez o oposto. Chafurdou na corrupção, nas privatizações, na roubalheira. O que fiz? Saí.”

Votam a favor da Previdência os deputados Subtenente Gonzaga (PDT-MG), Alex Santana (PDT-BA), Flávio Nogueira (PDT-PI), Gil Cutrim (PDT-MA), Jesus Sérgio (PDT-AC), Marlon Santos (PDT-RS), Silvia Cristina (PDT-RO) e Tabata Amaral (PDT-SP).

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