Famílias que ainda restam ser indenizadas devido ao Contorno Viário pedem apoio dos vereadores

Capinzal – Proprietários de terrenos que deverão ser indenizados devido às obras do Contorno Viário entre Capinzal e Ouro estiveram na sessão da noite desta terça-feira (14) da Câmara de Vereadores de Capinzal. As famílias foram solicitar o apoio do Poder Legislativo para que o Governo do Estado conclua o quanto antes o pagamento das indenizações que ainda restam para aproximadamente 30 famílias.

Os vereadores Bruno Michel Favero (SD) e o presidente Gilmar Junior da Silveira (PSD) mais uma vez se colocaram à disposição para ajudar a solucionar o impasse. Na tarde desta segunda-feira, ambos estiveram no gabinete do secretário-executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Joaçaba, Rafael Laske (PSD) para tratar do assunto. Na última quinta-feira, pela manhã, um grupo de moradores que ainda não foi indenizado impediu o acesso de máquinas que trabalham no canteiro de obras. O impasse precisou ser resolvido com apoio da Polícia Militar. Após conversações, os moradores liberaram a continuidade dos trabalhos.

Conforme os protestantes, apenas três famílias teriam sido indenizadas até o momento pelo governo do estado. O acerto teria sido de R$ 5 o metro quadrado de terra indenizada. Na reunião desta segunda, o secretário-executivo admitiu aos vereadores – que foram em busca de informações devido à preocupação com o impasse – que ainda há indenizações a serem feitas para cerca de 30 famílias. Laske, acompanhado da gerente regional de Infraestrutura, Barbara Dresch, não informou qual seria o montante total a ser ressarcido pelo Estado, mas garantiu que até o final do ano todas as indenizações deverão ser concretizadas.

Também foi viabilizado um contato, por telefone, com o diretor de Infraestrutura do Estado, José Abel da Silva, que ratificou o planejamento do governo para sacramentar os pagamentos até o final de dezembro. A empresa Gaia, que executa a obra, não quis se pronunciar sobre o assunto. Reservou-se apenas a dizer que foi contratada para realização do serviço e que um dia de serviço perdido dá prejuízo de aproximadamente R$ 50 mil, e que isso [paralisação] acaba por atrasar ainda mais o cronograma de execução da obra.

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