Fernando Comin é escolhido como próximo procurador-geral de Justiça de SC

Estado – O martelo foi batido. O governador Carlos Moisés escolheu nesta terça-feira, 12, o promotor de carreira Fernando da Silva Comin para ser o procurador-geral de Justiça de Santa Catarina para um mandato de dois anos, com início no próximo dia 5 de abril. Ao optar pelo mais votado entre procuradores e promotores, Moisés ratifica a tradição governamental de respeitar a escolha interna do Ministério Público. A apresentação de Comin foi realizada durante a reunião do Colegiado Pleno, em Florianópolis, e contou com a presença da vice-governadora Daniela Reinehr.

“O promotor Fernando é uma uma pessoa que se alinha muito com o que a gente pensa. Levamos em consideração as qualidades pessoais dele. Trata-se de uma pessoa que detém todas as condições de ser o chefe do MPSC. Ele tem o desejo de fazer a coisa certa, um sentimento voltado às necessidades do Estado”, frisou Moisés.

Fernando da Silva Comin tem 44 anos e ingressou no Ministério Público de Santa Catarina em 2001. Atualmente, ele trabalha na 8’ Promotoria de Justiça da Comarca de Balneário Camboriú, com atuação junto ao Tribunal do Júri. Ele estava participando de uma audiência de custódia quando recebeu a ligação de Moisés, convidando-o a vir a Florianópolis para o anúncio.

“Minha primeira palavra é de agradecimento ao governador Moisés por ter prestigiado a vontade da minha classe, nomeando o candidato mais votado. Isso é muito importante para o MP. Estaremos ao lado do Governo, buscando parcerias e uma atitude colaborativa, de união de esforços em prol da nossa sociedade. O MPSC é um órgão que tem muito a contribuir com diversas pautas de grande feição e caráter social”, salientou Comin, que recebeu 329 votos, contra 170 do segundo colocado.

O futuro procurador-geral de Justiça também elencou seus principais objetivos à frente do MPSC: intensificar o combate ao crime organizado, buscar o fortalecimento do combate à corrupção, com o incentivo às boas práticas na esfera pública, e a aproximação com o governo buscando ações de inovação.

“Queremos que o cidadão possa utilizar o MPSC para o exercício da sua cidadania e do controle social”, finalizou Comin.

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