Força-Tarefa do Corpo de Bombeiros Militar é empregada para buscas em Brumadinho

Brumadinho – Na manhã desta quinta-feira, 31, a equipe da Força-Tarefa do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) iniciou os trabalhos de busca na área afetada, em Brumadinho, Minas Gerais. Os trabalhos, como um todo, iniciaram já na quarta-feira, 30, quando os bombeiros chegaram na cidade. A equipe fez um estudo da área quente, reconhecimento do local com os cães, analisando a situação e traçando a estratégia a ser empregada junto com Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).

Já nas primeiras horas desta quinta, o cão Hunter, tutoreado pelo Cabo Fumagalli, foi acionado e por volta das 12h30 e encontrou um corpo em meio a área devastada, que foi tomada por lama.

O CBMSC foi acionado por ser referência internacional na atividade de busca e resgate e também internacional em cinotecnia (busca com cães), com larga experiência técnica e local. O governador Moisés comentou sobre a utilização dos bombeiros e cães durante a cerimônia de promoção de oficiais e praças, na manhã desta quinta. “Isso mostra a importância de estarmos irmanados em todo o país”, reforçou.

Para Minas Gerais, foram enviados um caminhão de ajuda humanitária, três viaturas tracionadas para locais de difícil acesso, seis bombeiros militares especialistas em intervenções em áreas deslizadas, quatro binômios (dupla entre cão de resgate e tutor bombeiro militar), com um veterinário especializado em desastres. Além destes recursos, diversos equipamentos específicos para a atividade deslocam junto com a equipe, que forma uma das 14 Forças-Tarefa do CBMSC.

Com treinamentos específicos e larga experiência, os nossos bombeiros poderão ajudar nas operações de Minas Gerais em: intervenções em áreas deslizadas, busca terrestre, comando e gerenciamento de crise, ajuda humanitária, resgates, salvamentos, busca e resgate em estruturas colapsadas, atendimentos pré-hospitalares e outras – cujos treinamentos estão compreendidos pelos integrantes das Forças-Tarefas. O emprego destas equipes não prejudica o atendimento em Santa Catarina, que segue normalizado.

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