Justiça garante tratamento para adolescente que sofre de paralisia cerebral

Chapecó – Uma família procurou a justiça após ter o pedido de ajuda da prefeitura de Chapecó negado para ajudar no tratamento do filho que sofre com paralisia cerebral.

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina decidiu que o adolescente de 14 anos tem direito a tratamento médico não padronizado no Sistema Único de Saúde (SUS).

Ele precisa fazer fisioterapia com um método especial. Como a família não tem condições financeiras para pagar o tratamento – que custa ao todo R$ 11.600 a cada seis meses – pediu a ajuda da prefeitura.

O adolescente tem uma doença pulmonar obstrutiva crônica que compromete o desenvolvimento neuropsicomotor. De acordo com os autos, a intervenção almejada produz melhores resultados do que as disponibilizadas no SUS.

As prescrições, declarações dos médicos e de fisioterapeutas especialistas, que acompanham o adolescente, corroboram a necessidade deste método específico. Sem ele, segundo os laudos, a capacidade motora do paciente vai piorar.

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