Ministério da Saúde pretende flexibilizar quarentena

O diretor de regulação do Banco Central, Otavio Damaso, os Secretários-executivos do Desenvolvimento Regional, Claudio Xavier Seefelder Filho, da Casa Civil, Sergio José Pereira, de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira e a de Assuntos Federativos, Deborah Arôxa

A partir do dia 13 de abril, o Distrito Federal e os estados que implementaram medidas de Distanciamento Social para toda a população, mas que o número de casos confirmados não tenha impactado em mais de 50% da capacidade de atendimento médico existente antes da pandemia, devem iniciar um processo de distanciamento social seletivo.

“É um começo de uma flexibilização para uma transição gradual de onde está implementado um Distanciamento Social Ampliado, como São Paulo e Distrito Federal, para um Distanciamento Social Seletivo com segurança”, explica o secretário Nacional de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira.

No distanciamento social seletivo, apenas alguns grupos ficam isolados, sendo selecionados os grupos que apresentam mais riscos de desenvolver a doença ou aqueles que podem apresentar um quadro mais grave, como idosos e pessoas com doenças crônicas. O objetivo dessa flexibilização é promover o retorno gradual das pessoas às atividades normais, com a maior segurança possível.

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