No ano, exportação de SC atinge maior valor da série histórica

Estado – As exportações catarinenses de janeiro a maio somaram US$ 3,77 bilhões. O resultado é 12,2% superior ao registrado no mesmo período em 2018 e é o maior valor desde o início da série histórica, iniciada em 1997. Considerando a participação na pauta, em termos de produtos os destaques ficaram para carnes de aves (com crescimento de 71% no ano em relação ao mesmo período de 2018), carne suína (com alta de 37,5% no período) e soja (com retração de -19,5%). Os demais itens com maior volume de embarques foram partes de motor e motores elétricos, que mostraram variações de -2,8% e 3,4%, respectivamente. Os dados são do Ministério da Economia e foram divulgados pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), na sexta-feira (7). Veja aqui os dados completos.

No período, entre os destinos que registraram crescimento nas vendas externas destacam-se o Japão, com alta de 51,3% e Estados Unidos, com crescimento de 0,5%. Os países que tiveram redução foram China (-1,7%), Argentina (-17,9%) e México (-4,2%).

Análise do Observatório FIESC destaca que o desempenho da balança comercial do estado refletiu os indicadores positivos do primeiro quadrimestre de 2019. Resultados como a produção industrial, que representa a transformação de matéria-prima em produtos comercializáveis, e o desempenho das vendas industriais, contribuíram positivamente para o fechamento do saldo comercial compreendido nos primeiros cinco meses deste ano.

No acumulado do ano até maio, Santa Catarina importou US$ 6,8 bilhões. O valor é 12% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Santa Catarina é o terceiro maior importador nacional, com participação de 9,7% do total nacional. Considerando a participação na pauta de importações em termos de produtos, os destaques ficaram para carros (com crescimento de 381,2% no ano em relação ao mesmo período de 2018), cobre refinado (que caiu -9,1% no período) e fios de filamentos sintéticos (com ampliação de 13,4%). Os demais itens com maior volume na pauta são representados por polímeros de etileno e revestimento de ferros laminados planos, que tiveram variações de -21% e 49,2%, respectivamente.

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