Operação Ágata termina com 12 presos e 24 casas de festa fiscalizadas no Oeste

A Delegacia Regional de Chapecó divulgou nesta terça-feira, 2, os resultados da Operação Ágata, realizada no Oeste catarinense em conjunto com o Exército Brasileiro entre os dias 24 e 29 de março. Ao todo, 12 pessoas foram presas e 24 casas de festa fiscalizadas nos municípios compreendidos pela 12ª DRP.

Mais de 40 policiais civis participaram das ações, com o apoio de 35 militares do Exército Brasileiro, lotados no 14º Regimento de Cavalaria Mecanizado, de São Miguel do Oeste. A operação Ágata faz parte de um programa de proteção integrada de fronteiras e objetiva a realização de atos voltados à intensificação da segurança nessa região de interesse estratégico ao Brasil.

Na terça-feira, 26, a DPCAMI (Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso) de Chapecó deu cumprimento a um mandado de prisão contra J.M.L, de 44 anos, que já possuía registros policiais por violência doméstica, estelionato, desobediência a ordem judicial e injúria.

Na quarta-feira, 27, a DRF (Delegacia de Roubos e Furtos) realizou buscas por autores foragidos de crimes contra o patrimônio em diversos bairros de Chapecó.

Na quinta-feira, 28, a DIC (Divisão de Investigação Criminal) de Chapecó cumpriu oito mandados de prisão contra autores de tráfico de drogas, crimes contra o patrimônio e posse de arma de fogo. No período da noite, a 1ª DP de Chapecó, com apoio da 3ª DP, fiscalizou 12 casas noturnas e bares, notificando dez deles por irregularidades. Seis pessoas foram conduzidas, sendo uma presa em flagrante por tráfico.

Na sexta-feira, 29, a Delegacia da Comarca de São Carlos, com o apoio das Delegacias de Palmitos, Pinhalzinho e Águas de Chapecó, prendeu duas pessoas em flagrante por tráfico de drogas durante uma operação que fechou um ponto de venda na localidade de Balneário de Pratas.

No período da noite, a DPCo de Palmitos e a Delegacia do Município de Caibi fiscalizaram 12 casas noturnas e bares no centro das duas cidades. Destes, cinco foram notificados para regularização da situação do alvará de funcionamento.

A atuação da Polícia Civil na Operação Ágata, além da repressão a crimes cometidos na região de fronteira, visa a aproximação institucional com o Exército Brasileiro e o repasse de conhecimentos profissionais e experiências operacionais, refletindo em mais segurança para a população.

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