Santa Catarina é o estado brasileiro com menor índice de adolescentes fora da escola, segundo IBGE

Estado – Dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados nesta semana, apontam que Santa Catarina, em 2018, era o estado brasileiro com menor percentual de adolescentes de 15 a 17 anos que não frequentavam a escola, 7,8%. No Brasil, essa proporção era de 11,8%.

Santa Catarina também registrou o menor índice nacional de pessoas entre 15 e 29 anos que não estudam nem estão ocupadas, 14,1%, em 2018. No Brasil, a média era de 23%. A capital catarinense foi a que alcançou o menor índice entre as demais do país, com a marca de 11,1% dos jovens sem estudo e sem ocupação.

O secretário de Estado da Educação de Santa Catarina, Natalino Uggioni, analisa que o índice deve-se, ao menos, a duas razões: ao fato de o Estado ter uma economia diversificada e um nível de oferta de empregos elevado em relação ao restante do país.

“Quando temos um resultado abaixo da média nacional, ou seja, um resultado positivo neste caso, o indicador é prova de que estamos conseguindo cumprir um dos nossos objetivos, que é manter os alunos na escola e promover a formação deles na idade certa” afirmou Uggioni.

Instrução no Brasil

Em 2018, cerca de 40% da população brasileira com 25 anos ou mais não tinha instrução ou sequer concluiu o ensino fundamental. Considerando-se o analfabetismo entre pessoas com 15 anos ou mais, o Brasil teve a quinta maior taxa, 8%, entre 16 países da América Latina, segundo a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). A taxa nacional de brasileiros de 25 a 64 anos sem o ensino médio concluído foi de 49%, o dobro da média dos países analisados pela OCDE neste tema, 21,8%.

Santa Catarina teve o sétimo maior percentual de pessoas de 25 anos ou mais de idade com ensino superior completo, 17,8%, em 2018. O percentual subiu em comparação a 2016, 15%. No Brasil este percentual foi de 15,7% em 2018.

Estado tem economia diversificada e um nível de oferta de empregos elevado em relação ao restante do país, segundo Natalino Uggioni (Arte: Secretaria de Estado da Educação)

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