SC atinge maior percentual de ocupação de leitos de UTI desde o início da pandemia

Estado – A Secretaria de Estado da Saúde atualizou os números da Covid-19 em Santa Catarina na noite desta sexta-feira (15). Oficialmente, o Estado tem 4.562 casos confirmados da doença e 79 óbitos. Do total, 2.516 são considerados recuperados e 1.967 são considerados ativos.

Atualmente, 134 pacientes ocupam leitos de UTI no Estado, entre suspeitos (59) e confirmados (75) nas redes pública e privada. Em recuperação, 317 pessoas já deixaram o tratamento intensivo desde o início da contagem dos casos.

Com o avanço da doença, Santa Catarina chegou ao maior percentual de ocupação de leitos SUS reservados à Covid-19 desde o início da pandemia. A taxa, que permaneceu próxima a 16% nas últimas semanas, chegou a 21,3% nesta sexta. O valor representa 107 pacientes em 501 leitos.

Apesar de ainda haver boa parte dos leitos disponíveis, o secretário de Saúde, André Motta Ribeiro, mostrou preocupação novamente com o baixo índice de isolamento social. “Hoje temos 39% de isolamento. Abaixo de 60% não há muita eficiência em frear a velocidade de avanço da doença”, disse.

No total, 166 municípios de SC têm casos confirmados. A lista é puxada por Florianópolis (466), seguida de Chapecó (446), Blumenau (415), Joinville (295), Criciúma (275), e Concórdia (241).

Troca de ministro

O governador Carlos Moisés da Silva comentou a saída do ministro da Saúde, Nelson Teich, nesta sexta. Segundo ele, a troca de nome não implicará em prejuízo ao Estado.

“A gente tem franco acesso a equipe, ao segundo escalão do ministro, então a gente entende que uma eventual troca do ministro, apesar de não ser algo ideal durante a pandemia, não deve afetar o nosso relacionamento com qualquer Ministério. Inclusive, nós temos uma boa conversa […] Acredito que não teremos quaisquer reflexos negativos para Santa Catarina”, disse.

“Há um relacionamento muito próximo das equipes com o Ministério. Apesar das trocas infelizes, nós continuamos tendo esse relacionamento, há um canal aberto. […] Não há essa sensação de que vai haver prejuízo, até porque o Ministério tem olhado para Santa Catarina como uma referência também”, complementou Ribeiro. (Rede Catarinense de Notícias)

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