Sobe para 179 o número de casos graves de gripe neste ano em Santa Catarina

Neste ano, 179 catarinenses já foram internados por gripe. Desse total de casos, 61,5% apresentaram algum fator de risco associado, dos quais 44,5% idosos (acima de 60 anos), 27,3% portadores de doenças crônicas, 12,7% crianças menores de dois anos, 7,3% gestantes e 8,2% obesos. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC).

O número de mortes também subiu. No último boletim, eram 12 mortes pela doença em Santa Catarina. Agora são 14.  Os óbitos confirmados acometeram moradores em Florianópolis e São José (três mortes cada), Blumenau e Jaraguá do Sul (duas), Leoberto Leal, Nova Trento, São Miguel da Boa Vista e Videira, com uma morte cada.

O vírus influenza que mais tem circulado é o A. O subtipo H1N1 responde por quase metade dos casos graves (85). A cidade que mais registrou hospitalizações pela doença foi Florianópolis (22 casos), seguida por Tubarão (17), Blumenau (16) e São José (14).

Em relação à idade, a maioria dos casos confirmados por influenza acometeram indivíduos nas faixas etárias acima de 60 anos (27,4% dos casos), de 20 a 29 anos (14,5%).

Das 150 hospitalizações, em 93 (62,0%) os pacientes apresentaram os seguintes fatores de risco associados: 41 (44,1%) idosos, 25 (26,9%) portadores de doenças crônicas, 12 (12,9%) crianças menores de 2 anos, sete (7,5%) gestantes e 8 (8,6%) obesos.

Prevenção contra a gripe é essencial

Além da vacinação, há outras ações de prevenção contra gripe que devem ser mantidas. É importante lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizar o álcool gel e evitar tocar os olhos, a boca e o nariz após o contato com essas superfícies.

Ficar atento aos sintomas da gripe, que, em geral, são febre alta, calafrios, tosse, dor de cabeça, dor de garganta, cansaço e dores musculares também é essencial. Quem estiver com febre alta, tosse e falta de ar deve procurar uma unidade de saúde em até 48 horas. O tratamento precoce com medicamentos antivirais ajuda a evitar a evolução para formas graves que podem levar a internação e ao óbito. (Diário Catarinense)

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