TJ nega liminar em habeas corpus em favor de acusada de tráfico em Capinzal

Capinzal – A Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça negou pedido de liminar em favor da soltura de Juliane Aparecida Forquezato, 31 anos, acusada de tráfico de drogas e associação para o tráfico em Capinzal. A defesa alega que Juliane sofre constrangimento ilegal com a prisão preventiva e que ela precisa cuidar da filha de cinco anos de idade. Conforme a defesa, a ausência da mãe pela prisão prejudica o desenvolvimento da criança e que é imprescindível a adoção de medidas cautelares em substituição ao cárcere. A Terceira Câmara Criminal agora irá julgar o mérito do pedido de habeas corpus.

Nesta quarta-feira (24) o juiz da 2ª Vara da Comarca de Capinzal, Daniel Radünz, já havia negado liberdade a outra acusada no mesmo processo,  Emmanuele Monique Zago dos Santos Silva, 21 anos, acusada de tráfico de drogas em Capinzal. Também estão presos José Luiz Forquezato, 61 anos, Mateus Dalsoto, 21 anos e Marcelinho Martins, 19 anos. Os cinco foram detidos em Capinzal no dia 7 de abril em operação conjunta das polícias Civil e Militar. Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão e de prisão em residências nas ruas Máximo Rosseti e Paulo Henrique Mulinetti, ambas no loteamento Colina, onde foram apreendias drogas e dinheiro de origem duvidosa.

Quatro suspeitos foram presos através de mandado judicial e um em flagrante. Conforme a denúncia, os suspeitos, na maioria das vezes, adquiriam drogas em Erechim/RS para vender em Capinzal. O movimento seria intenso de usuários, segundo levantamento do setor de inteligência da Polícia Militar, era intenso, principalmente à noite e de madrugada. As casas onde foram feitas as buscas são no final de rua sem saída, o que facilitava a atuação de “olheiros”.

O tráfico, segundo o MP, estaria ocorrendo desde o ano passado. Várias denúncias haviam sido feitas à polícia, e com base nisso, teve início as investigações.

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