Capinzal – Por volta das 11h desta terça-feira (30) a Polícia Militar atendeu na seda da 2ª Companhia a uma ocorrênia de desacordo comercial. Os policiais conversaram com a solicitante que relatou que sua mãe através de uma procuração realizada 30 de agosto deste ano passou os poderes a ela para que exercesse cuidados a respeito de seus bens (terras, contas bancárias e demais situações que se exigisse maiores atenções) e no dia 10 de setembro fez contato com um homem para obter informações a respeito do terreno que era arrendado e se havia algum contrato firmado sobre este bem.
Este homem, segundo ela, há mais ou menos 20 dias esteve na residência da mãe da solicitante requerendo a assinatura em um contrato sem validade jurídica agindo de má-fé e com uma data retroativa. Complementou que no dia 26 de novembro, o homem não poderia mais plantar no terreno, pois não havia contrato para que realizasse o plantio nas terras, pois os proprietários iriam utilizá-las.
Ao conversar com a mãe da solicitante esta informou que estava em sua residência e há mais ou menos uns 20 dias o homem a visitou solicitando que assinasse um contrato firmado com data retroativa de 2019 para que tivesse poder para realizar o plantio em suas terras onde agiu de má-fé por saber que ela era semianalfabeta, sem ter conhecimento do que estava assinando. Diante dos fatos a guarnição lavrou o boletim de ocorrência, o levantamento fotográfico dos documentos apresentados e liberou os envolvidos.


