TSE: Servidor exonerado diz que fez denúncia em 2018 sobre falhas na fiscalização das inserções

Política

O servidor Alexandre Gomes Machado, assessor de gabinete da Secretaria Judiciária da Secretaria-Geral da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou nesta quarta-feira (26) que acredita que foi exonerado por que, desde 2018, tem informado “reiteradamente ao TSE que existem falhas de fiscalização e acompanhamento na veiculação nas inserções da propaganda eleitoral gratuita” e que a “fiscalização seria necessária para o fim de saber se as propagandas de fato estariam sendo veiculadas”.

Machado foi exonerado após a campanha do presidente Jair Bolsonaro denunciar no TSE que o chefe do Executivo teve Bolsonaro teve 154 mil inserções de rádio a menos que o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT).

Ele também disse que recebeu um e-mail da rádio JM Online em que a emissora admite que entre os dias 7 e 10 de outubro havia deixado de repassar 100 inserções da coligação Pelo Bem do Brasil, a qual o presidente Jair Bolsonaro faz parte.

Machado ainda informou que repassou o e-mail para a chefe de gabinete do Secretário Geral da Presidência do TSE, Ludmila Boldo Maluf. Após isso, foi demitido sem ser informado do motivo.

Confira o depoimento: