TJ nega liberdade a dois prefeitos em SC investigados pela Operação Mensageiro

Política

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) negou o pedido de liberdade protocolado pela defesa do prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli. Ele está preso preventivamente desde o dia 14 de fevereiro, quando foi deflagrada a terceira fase da Operação Mensageiro. A decisão foi unânime entre os três desembargadores e proferida nesta quinta-feira (16) de março.

A Operação Mensageiro investiga suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo dos municípios.

Com a decisão, Ponticelli permanece impedido de retornar à Prefeitura Municipal, bem como segue preso no Presídio Santa Augusta, em Criciúma, onde possui uma cela privativa, com televisão, ventilador e cama.

Poucas são as informações referentes às investigações, que segue em sigilo grau 5.

Pescaria Brava

A  Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina,  negou na manhã desta quinta-feira (16)  o recurso do prefeito de Pescaria Brava, Deyvison Souza, e do ex-vice de Canoinhas, Renato Pike. A decisão do TJ-SC foi uma unanimidade, então agora os advogados deverão recorrer ao STJ. Ainda nesta quinta, o Tribunal de Justiça julgará o pedido de liberdade do prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli.

Os dois julgados nesta manhã foram presos na operação Mensageiro ainda na primeira fase, em dezembro de 2022.

A Operação Mensageiro investiga suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo dos municípios.