Nesta quarta-feira (17), a Câmara dos Deputados deu início aos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar a fundo os crimes de movimentos tais como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a Frente Nacional de Luta (FNL), entre outros, e também irá apurar as relações do atual governo com os mesmos.
Indicada pelo seu partido, a deputada Carol De Toni (PL/SC) é a única membro titular de Santa Catarina na CPI. Ela compõe a lista dos seis deputados do PL que também atuarão na comissão: Ricardo Salles (relator), Éder Mauro, Capitão Alden, Gustavo Gayer e Domingos Sávio.
“Vamos trabalhar muito forte nessa comissão para revelarmos as ligações do PT com os movimentos que promovem o terror no campo. O protagonismo prometido por Lula a esses movimentos já é fato consumado. Em menos de 5 meses de PT, presenciamos um aumento de 143% de invasões em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, temos inúmeras nomeações no governo, de líderes ligados ao MST, bem como a inclusão do líder João Pedro Stédile na comitiva à China. Enquanto isso, os homens e mulheres do campo, que trabalham honestamente, recebem como ‘recompensa’, o descaso do governo, a insegurança e o medo do futuro”, reforçou Carol De Toni.
A parlamentar catarinense foi coautora de um dos pedidos de CPI e tem como uma de suas bandeiras a defesa ao agronegócio, pilar da nossa balança comercial, que movimenta mais de 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo.


