O Senado aprovou nesta quarta-feira (13) as indicações do ministro da Justiça, Flávio Dino, 55 anos, para o STF (Supremo Tribunal Federal) por 47 votos favoráveis e 31 contrários, e do subprocurador geral Paulo Gonet, 62, para a PGR (Procuradoria Geral da República), por 65 votos favoráveis e 11 contrários. Eram necessários 41 votos para aprovação.
Como votaram senadores de SC sobre indicação de Dino
O ministro também não obteve apoio dos três senadores catarinenses em sua busca pela vaga.
Esperidião Amin (PP) disse em entrevistas e reproduziu em seu Instagram que para que alguém seja juiz são imprescindíveis alguns requisitos, como independência e imparcialidade. E ele entende que o atual ministro da Justiça, durante a CPMI do 8 de janeiro teria afrontado a verdade na questão dos alertas da Abin, na questão das imagens das câmaras do ministério e na questão da falta de atuação, dificultando as investigações. “Não é pessoal, é funcional!”, decretou.
Jorge Seif Junior (PL) também fez campanha com a #DinoNão e escreveu em seu Instagram: “Hoje é o dia em que saberemos se há juízo, prudência e respeito dessa Casa pela democracia e separação dos poderes”. Em outro post questionou: “Qual é a garantia de que o ministro Flávio Dino, que sabe que eu sou oposição à candidatura dele, também não será um ministro perseguidor?”
A emedebista Ivete Appel da Silveira também argumentou que após acompanhar atentamente todo o processo da indicação de Dino para a vaga de ministro do STF, desde o momento em que ela foi enviada pelo presidente Lula ao Senado, decidiu pelo voto contrário.
“Conversei com o indicado, fui buscar informações sobre ele, bem como ouvi diversas lideranças e acompanhei a sabatina do senador e ministro Flavio Dino na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e meu voto foi não”, resumiu.
As informações são do ND+.




