Ipira – Há uma semana no cargo após ser empossado pela Câmara de Vereadores na última sexta-feira (21), o prefeito interino Clítor João Knebel (PP) está há sete dias num ritmo intenso de trabalho à frente da administração municipal. Entre os compromissos estão reuniões, visitas na cidade e no interior, acompanhamento de obras, inaugurações e eventos sociais junto à comunidade.
Conforme o prefeito, há muitas ações em andamento e, mesmo com as condições climáticas um pouco adversas, nos últimos dias, os trabalhos não param. Exemplo é na comunidade de Linha Santana, onde estão sendo realizada a compactação da base para a posterior pavimentações asfáltica, e o acesso marginal ao centro comunitário da localidade.
Trabalho semelhante é desenvolvido na comunidade de Linha dos Pintos, onde em breve também será contemplada com pavimentação asfáltica. Muitas obras serão inauguradas, como neste sábado no Bairro dos Estudantes, com escola, quadra sintética e centro comunitário, e outras deverão ser inauguradas em breve, por isso a necessidade de manter o cronograma de ações dentro do planejado.
Cheio de disposição, Clítor também articula junto a lideranças a liberação de recursos prometidos ao município, tanto nas esferas estadual quanto federal, pagamento de emendas parlamentares, entre outras fontes de receitas externas para viabilização de benfeitorias para a população.
Clítor está na interinidade após o determinação do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) que expediu mandado de prisão preventiva ao prefeito Marcelo Baldissera (PL), cumprido na manhã do último dia 19 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e pelo Grupo Especial Anticorrupção (GEAC) após deflagração da segunda fase da operação “Fundraising”, em apoio à investigação conduzida pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos do Ministério Público de Santa Catarina.
A operação visa desarticular uma possível organização criminosa liderada por um grupo empresarial suspeito de praticar ilícitos contra a Administração Pública, incluindo desvio de recursos públicos e fraudes em licitações. Segundo as investigações, o grupo buscava recrutar agentes públicos e particulares para obter ganhos ilícitos, prejudicando o patrimônio público. A operação do GAECO envolveu a busca e apreensão de documentos em pelo menos 23 prefeituras catarinenses.







