Câmara de Vargem Bonita apela ao DNIT para vistoria na BR-282 entre Joaçaba e Ponte Serrada

Região
Uma Moção de Apelo, proposta pela vereadora Arlete Debastiani (PSDB) com apoio dos demais Vereadores de Vargem Bonita, foi apresentada e será encaminhada ao Superintendente Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes em Santa Catarina, Engenheiro Amauri Souza Lima e à Supervisora/Diretora Regional Meire Franceschet do Valle.
A Moção apela para que seja realizada, com a máxima urgência, vistoria técnica in loco, em toda a extensão da Rodovia BR-282, com atenção especial ao trecho compreendido entre os municípios de Joaçaba e Ponte Serrada, visando a avaliação e adoção de medidas preventivas quanto ao risco de queda de árvores às margens da rodovia.
“É de conhecimento público que os eventos climáticos recentes têm apresentado intensificação significativa dos ventos, com rajadas cada vez mais frequentes e de maior intensidade, o que potencializa o risco de queda de árvores, galhos e outros detritos sobre a pista de rolamento. Tal situação já resultou em ocorrência concreta no último fim de semana, nas proximidades da curva da Madezatti, em frente ao acesso à empresa Casara Florestal, onde um veículo foi atingido, ocasionando danos materiais expressivos e colocando em risco a vida dos ocupantes, conforme registros fotográficos”, justifica.
A Moção de Apelo aponta que com a vegetação localizada às margens de rodovias federais devem ser feitas: avaliação fitossanitária periódica, identificação de árvores com risco estrutural; poda preventiva e supressão de exemplares comprometidos ou com potencial de queda, para evitar risco direta à segurança viária com acidentes graves, interrupções de tráfego e prejuízos à população.
Diante do exposto, requer-se:
1. A realização de vistoria técnica in loco em toda a extensão da BR-282, com prioridade ao trecho entre Joaçaba e Ponte Serrada;
2. A elaboração de relatório técnico de avaliação da vegetação na faixa de domínio;
3. A execução de ações imediatas de poda, manejo e supressão de árvores com risco de queda;
4. A implementação de um plano contínuo de monitoramento preventivo

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