Uma mulher de 31 anos morreu após utilizar uma caneta emagrecedora contrabandeada sem acompanhamento médico em Santa Catarina.
O caso acendeu um alerta sobre os riscos do uso irregular de medicamentos para emagrecimento vendidos ilegalmente pela internet e redes sociais.
Segundo informações, a vítima utilizava o produto sem prescrição e acompanhamento profissional. A suspeita é de que complicações relacionadas ao uso da substância tenham provocado a morte.
A Polícia Civil e os órgãos de saúde acompanham o caso. A investigação deve apurar a origem da medicação e como o produto chegou até a consumidora.
Risco do uso irregular
Especialistas alertam que medicamentos para emagrecimento precisam de avaliação médica, exames e acompanhamento contínuo. O uso de uma caneta emagrecedora contrabandeada pode provocar efeitos graves, como alterações cardíacas, pancreatite, problemas gastrointestinais e até morte.
Além da ausência de controle sanitário, produtos vendidos ilegalmente podem conter substâncias adulteradas ou dosagens diferentes das informadas na embalagem.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforça que medicamentos sem registro e comercializados de forma clandestina representam risco elevado à saúde pública.



