CPI do Caso Cão Orelha alcança número mínimo de assinaturas na Alesc

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A proposta de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso envolvendo a morte do cão Orelha atingiu, nesta quarta-feira (10), o número mínimo de assinaturas necessárias para sua instalação na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).

Durante a sessão plenária da tarde, o deputado estadual Tiago Zilli (MDB) anunciou que irá subscrever o requerimento apresentado pelo deputado Mário Motta (PSD), autor da iniciativa. Com a adesão de Zilli, a proposta chega às 14 assinaturas exigidas pelo Regimento Interno da Casa para a abertura da CPI.

Apesar do número suficiente ter sido alcançado, a efetivação da comissão ainda depende da manutenção das assinaturas já coletadas. Na última semana, o deputado Jessé Lopes (PL), que havia apoiado a iniciativa, retirou seu nome do requerimento.

Mário Motta defende a necessidade de uma investigação parlamentar para esclarecer as circunstâncias da morte do cão Orelha, caso que ganhou repercussão estadual, nacional e internacional. Segundo o parlamentar, “a sociedade exige uma resposta”.

Até o momento, assinaram o pedido de CPI os deputados:

  • Mário Motta (PSD)
  • Napoleão Bernardes (PSD)
  • Nilso Berlanda (PSD)
  • Marcius Machado (PL)
  • Luciane Carminatti (PT)
  • Marquito (PSOL)
  • Pedro Baldissera (PT)
  • Neodi Saretta (PT)
  • Rodrigo Minotto (PDT)
  • Serginho Guimarães (União Brasil)
  • Altair Silva (PP)
  • Fabiano da Luz (PT)
  • Volnei Weber (MDB)
  • Tiago Zilli (MDB)

Com o número mínimo de apoios atingido, o próximo passo será a tramitação regimental para a efetiva instalação da CPI.

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