Coordenadora avalia primeiro dia de seminário da Defesa Civil

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Florianópolis – Santa Catarina enfrentou nos últimos anos recorrentes desastres de grande magnitude e de diversas naturezas. Para despertar na população e governos a importância do assunto, está sendo realizado em Florianópolis, o 2º Seminário Internacional de Proteção e Defesa Civil, com o tema “Importância das Políticas Públicas na Redução de Riscos e Desastres”. O governador Eduardo Pinho Moreira participou da abertura do evento, na manhã desta terça-feira, 13, e destacou a atuação da Defesa Civil catarinense.

“Temos uma Defesa Civil atuante, organizada com programas e projetos que são reconhecidos no mundo inteiro. E este seminário mostra o respeito pelo trabalho realizado no Estado. As trocas de ideias, experiências, a prevenção e a preservação da vida e do patrimônio são fundamentais. Temos muito orgulho da Defesa Civil catarinense e tenho certeza que vamos avançar ainda mais para a proteção das pessoas”, destacou o governador, que recebeu o colete da Defesa Civil de SC.

A coordenadora municipal da Defesa Civil em Ouro, Ana Carolina Colombo, também participa do evento. De acordo com ela, o seminário conta, além das palestras, com uma estrutura de exposição, com stands dos Bombeiros, Exército, Defesa Civil e Polícia Militar.

“As palestras foram incríveis, principalmente na parte da tarde, onde professores renomados e com uma vasta experiência na área de geotecnia, falaram sobre movimentações de massa (escorregamentos), professores que eu já tive contato com bibliografias e que são referencia no Brasil e no mundo, foi uma tarde muito produtiva e de muito conhecimento”, explica.

A coordenadora destaca que foram abordados alguns assuntos principais. “O professor Bressani ressaltou em vários momentos como as movimentações de massa tem maior dificuldade em serem corrigidas e monitoradas do que os alagamentos, por exemplo, porque as movimentações são casos muito específicos e dependem de inúmeros condicionantes, diferentemente do comportamento de uma bacia hidrográfica que pode ser facilmente monitorado e com o passar dos anos seu comportamento pode ser previsto. Fator esse que é determinante para justificar a importância do mapeamento e do estudo das áreas de risco de escorregamento”, conclui.