A deputada Carol De Toni (PL-SC) protocolou um novo pedido na PGR para afastar Dias Toffoli do caso Banco Master. A parlamentar agiu após o procurador-geral, Paulo Gonet, cobrar uma provocação formal sobre o tema. Desse modo, os deputados buscam proteger a imparcialidade do processo. Eles temem que a permanência do ministro cause a anulação futura das investigações.
Posicionamento dos deputados
O pedido lista seis motivos para o afastamento, baseados no Código de Processo Penal. O texto cita viagens do ministro com advogados de investigados e vínculos financeiros de sua esposa. Ademais, os deputados criticam a retirada de provas das mãos da Polícia Federal. Para o grupo, essas relações diretas ferem a credibilidade do sistema judiciário brasileiro.
A representação detalha a sociedade entre irmãos de Toffoli e o fundo de um ex-banqueiro do Banco Master no resort Tayayá. Documentos indicam que essa parceria durou até o início de 2025. Portanto, os parlamentares alegam que o laço financeiro torna o ministro impedido de atuar. Carol De Toni afirma que usará todos os meios, inclusive uma CPMI, para apurar o caso.







