Zortéa – Alvo de um impasse judicial que dura mais de duas décadas e de muitas invasões por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a Fazenda Volta Grande vem sendo tema de comentários em círculos sociais dando conta de uma suposta nova invasão da propriedade, localizada em Zortéa.
Em abril, a justiça especializada da Vara Federal de demandas agrárias expediu no dia 20 daquele mês uma liminar assinada pela juíza Luisa Hickel Gamba, que está vigente, em ação de interdito proibitório, ratificada pela justiça da comarca de campos novos no último dia 4 de julho.
Com isso a empresa proprietária da Fazenda Volta Grande está momentaneamente amparada judicialmente com essa situação até a decisão definitiva, uma vez que o processo está em vias recursais.
Em contato com a reportagem, o advogado Marcelo Barison, que defende os proprietários da Fazenda Volta Grande, afirma que qualquer tipo de atitude por parte do MST caracterizará ‘vandalismo e terrorismo’.
Segundo ele, a proibição de invasão sobre o MST recai aos apontados líderes Vilson João Santin e Genésio Camargo, ‘para que se abstenha de atos de turbação ou de esbulho à posse do imóvel denominado Fazenda Volta Grande, em Zortéa/SC, fixando pena pecuniária no valor de R$
10.000,00 (dez mil reais) em caso de descumprimento’.
Marcelo Barison detalha a situação e faz um alerta sobre as imputações em que podem incorrer os líderes do movimento:



