Agência do Banco do Brasil de P.C. Branco pode ser fechada após explosão há seis meses

Região

Presidente Castelo Branco – O presidente do Sindicato dos Bancários de Concórdia e da Região visitou a agência do Banco do Brasil de Presidente Castello Branco que há seis meses foi alvo de quadrilha que usou explosivos para o furto de dinheiro. O imóvel afetado ainda não foi revitalizado e atualmente os servidores e a sociedade encontram muitas dificuldades. André Holdefer, presidente do Sindibanc, após a visita fez contatos com a superintendência e soube que não está descartada a transformação da agência em um posto de negócios ou até mesmo o fechamento definitivo.

LEIA MATÉRIA COMUNICAÇÃO SINDIBANC:

Na manhã da última terça-feira, dia 27, representantes do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região estiveram no município de Presidente Castello Branco para averiguar a situação da agência que ficou danificada após assalto ocorrido em dezembro do ano passado.

De acordo com o presidente da entidade, André Holdefer, a agência opera parcialmente, uma vez que a estrutura permanece danificada. “O banco está reavaliando se o atendimento continuará ou se irão manter apenas um atendimento negocial, sem uso de numerário (dinheiro), ou até mesmo relocando os funcionários  com a possibilidade de fechamento da agência”, destaca.

Na tarde do dia 28, o presidente do Sindicato manteve contato com a  Superintendência do Banco do Brasil. O departamento informou que as obras de restauração da sede, atingida durante assalto  ocorrido há mais de seis meses, está na fila de espera, devido aos grandes ataques, praticamente diários às agências do Banco do Brasil de todo país.

Segundo Holdefer, a preocupação do Sindicato é com a segurança dos funcionários e clientes. “Da forma como está o atendimento fica inviável, sem condições mínimas de trabalho e até mesmo influenciando a economia do município, uma vez que os servidores públicos e municipais acabam buscando outros municípios para realizar o saque de seus pagamentos e com isso movimentando a economia de outras regiões”, salienta. (Rádio Rural)