Apontado como líder do PCC morre em confronto com a polícia no meio-oeste de SC

Região

Um homem apontado pelas forças de segurança como uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) na região do Vale do Iguaçu morreu na tarde da sexta-feira (26) durante uma operação policial em Calmon, no meio-oeste catarinense. O homem, conhecido como “Chapeleiro”, estava foragido da Justiça e se escondia em uma área de assentamento na zona rural do município.

Operação reuniu policiais de Santa Catarina e do Paraná

A ação mobilizou equipes da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), de União da Vitória (PR), e policiais do Tático da Polícia Militar de Santa Catarina.

Após levantar informações sobre o paradeiro do suspeito, as equipes seguiram até o local para cumprir a operação.

Suspeito reagiu à abordagem, diz polícia

Segundo as forças de segurança, Chapeleiro percebeu a aproximação dos policiais e reagiu à tentativa de abordagem.

Em seguida, houve troca de tiros.

Durante o confronto, os policiais atingiram o suspeito. Apesar do acionamento dos protocolos de atendimento, ele morreu ainda no local.

Conforme a Polícia Militar, nenhum agente ficou ferido durante a operação.

Histórico incluía tráfico, roubos e porte de arma

De acordo com os levantamentos policiais, Chapeleiro iniciou a atuação criminosa no bairro Limeira, em União da Vitória, onde liderava o grupo conhecido como Primeiro Comando da Limeira (PCL).

Posteriormente, segundo as investigações, ele passou a integrar a estrutura do PCC, organização criminosa com atuação em diversos estados brasileiros.

Além disso, o suspeito acumulava registros por roubo qualificado, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, receptação, corrupção de menores, posse de entorpecentes para consumo pessoal, desobediência e direção sem habilitação.

Caso será apurado

Agora, os órgãos competentes irão analisar as circunstâncias da ocorrência, conforme prevê o procedimento adotado em casos de intervenção policial com resultado morte.

Enquanto isso, a Polícia Civil e a Polícia Científica darão sequência aos trabalhos periciais e investigativos para concluir a apuração dos fatos. Com informações do jornal ExtraSC

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