Joaçaba – Correu por grupos de WhatsApp a informação de que foi encontrado nesta quarta-feira (29) em um banheiro feminino da escola de educação básica Nelson Pedrini, no bairro Santa Tereza, em Joaçaba, um bilhete com suposta ameaça. O texto dizia “massacre 30/03”. Diante do achado, por precaução, a direção da escola acionou a polícia e registrou um boletim de ocorrência.
Devido a isso, a informação apurada pela reportagem é de que muitos pais, com receio, não deixaram seus filhos irem à aula. Na manhã desta quinta-feira (30), agentes da Polícia Civil estiveram no educandário nas primeiras horas da manhã e não notaram nenhuma anormalidade. Eles acompanharam a movimentação na escola e, constataram, que não passou de boato e uma brincadeira de mau gosto.
Algumas falhas de seguranças foram apontadas pela Polícia Civil e enviadas à Gerência Regional de Educação, responsável pelas escolas estaduais.
Da mesma forma, a Polícia Militar deslocou policiamento ostensivo no entorno da escola Nelson Pedrini a fim de evitar qualquer contratempo. Tanto a Polícia Civil quanto a Polícia Militar continuam atentas para garantir a tranquilidade nas escolas da região.
Apesar da normalidade, alguns pais ouvidos pela reportagem cobram medidas de segurança a fim de prevenir eventuais contratempos. “Não podemos aceitar isso, está virando moda agora”, comenta um pai de aluno que pediu para não se identificar.
A repercussão de casos como o do ataque ocorrido em uma escola de São Paulo faz com que muitos jovens se aproveitem do momento de comoção para ‘pregar peças’ e assustar colegas ou comunidades escolares inteiras. Situação semelhante foi registrada em uma escola de Guaramirim, no norte do estado, também sem nada de anormal ser constatado.




