Em um primeiro tempo movimentado, as francesas começaram melhores e chegaram a balançar as redes aos 22 minutos, com Gauvin ganhando dividida da goleira Bárbara. Depois de rever o lance no VAR, entretanto, a árbitra observou um toque da bola no braço da atacante e anulou o gol da França. Depois do lance, o Brasil melhorou; encaixou a marcação na defesa e conseguiu oferecer perigo, apostando nas individualidades de Marta e Cristiane. A camisa 11 teve a melhor chance do jogo aos 43 minutos, quando invadiu a área pela esquerda e obrigou a goleira Bouhaddi a fazer boa defesa com o pé esquerdo.
Na segunda etapa, Gauvin abriu o placar aos sete minutos, empurrando de carrinho um cruzamento rasteiro que veio dos pés de Diani, pela direita. Mas as brasileiras mostraram imediatamente que o jogo não estava definido; dois minutos depois, Cristiane cabeceou cruzamento de Marta e acertou o travessão, assustando as donas da casa. No entanto, aos 17 da etapa final, Debinha foi lançada pela esquerda e tentou cruzar para Cristiane, mas a zaga cortou. No rebote, Thaísa chegou batendo com a canhota, no canto de Bouhaddi. A auxiliar havia marcado impedimento de Debinha mas o VAR corrigiu a marcação. O 1 a 1 levou a partida das oitavas para a prorrogação.
Na prorrogação, o cansaço pesou. Logo no primeiro minuto, Cristiane sentiu e precisou ser substituída. No último lance do primeiro tempo, Debinha saiu na cara da goleira, mas viu a zagueira impedir seu gol em cima da linha.
No minuto inicial do segundo tempo, o castigo; em falta cobrada da direita, Henry apareceu livre na pequena área para escorar no canto de Bárbara, fazendo 2 a 1 — resultado que persistiu até o fim. (El País)


