As buscas por um avião com três brasileiros a bordo, que desapareceu dos radares no início do mês na Argentina, chegam ao 13° dia. Um novo equipamento deve ser usado para rastrear a aeronave. O diretor da Defesa Civil de Chubut, José Mazzei, explicou à Radio Chubut que a guarda costeira tem um sistema de “varredura hidrográfica lateral” que vai permitir um arrasto do fundo do mar, a cerca de 1,8 mil metros da costa, numa formação de restingas. As informações são do ND+.

Médico Gian Carlo Nercolini que estava a bordo do avião desaparecido (Foto: Divulgação)
A operação de buscas se concentrará em um ponto do mar onde foi captado o último sinal de celular do grupo, a cerca de 2 mil metros da costa de Comodoro Rivadavia, no mar.
Mazzei embarcou nesta terça-feira (19), com a equipe de buscas e salvamento da prefeitura Naval Argentina, para realizar ações de rastreamento onde se presume que a aeronave caiu, disse à mesma rádio.
Um robô com câmera destinada ao estudo da vida marinha fornecido pelo Cenpat-Conicet, órgão argentino dedicado para a promoção da ciência no país, havia sido usado para realizar varreduras no fundo do oceano. No entanto, Mazzei disse que equipamento não funcionou para as buscas.
Relembre
A aeronave monomotor, de matricula PP-ZRT, pertence a Antônio Carlos Castro Ramos, um empresário da construção civil, que estava na companhia de dois amigos identificados como Mário Pinho, que é advogado, e o médico ginecologista Gian Carlos Nercolini.
O avião teria participado de um show aéreo na cidade Comodoro Rivadavia, na Argentina, no dia 6 de abril. De lá, duas aeronaves saíram para a cidade de El Calafate e depois seguiram para Trelew, mas o avião onde estava os brasileiros não chegou ao destino.
O CCA (Centro de Controle de Área) alertou o serviço de busca e salvamento após várias tentativas de comunicação, mas sem sucesso. O alerta foi ativado e o protocolo de busca pela aeronave também. As buscas começaram no mesmo dia.





