O médico Leandro Boldrini, condenado pelo júri pela morte do menino Bernardo, aos 11 anos, em 2014, em Frederico Westphalen, no Norte do interior do Rio Grande do Sul, obteve progressão de regime concedida pela justiça e está solto.
Considerando o bom comportamento do médico durante o tempo que está na prisão, juntamente com o tempo trabalhado no cárcere e as condições determinadas pela justiça, Leandro Boldrini progrediu ao regime semiaberto.
O médico ainda não possui uma condenação definitiva pela justiça, sendo que ainda pende recurso de anulação do segundo júri realizado em março de 2023.
Boldrini e outros três réus já haviam sido condenados em 2019, mas o médico teve o julgamento anulado e foi encaminhado a novo júri, com Boldrini sentenciado a 31 anos e oito meses de prisão por homicídio quadruplamente qualificado (motivo torpe, motivo fútil, dissimulação e emprego de veneno) e falsidade ideológica. Ele foi absolvido do crime de ocultação de cadáver.
A reportagem do Observador Regional confirmou a localização de Leandro na tarde deste sábado (15) e confirmou que ele deixou a penitenciária de Charqueadas às 19h desta sexta-feira (14).
Há poucos dias, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou liminar em habeas corpus impetrado em favor de Boldrini. Ele é um dos acusados da morte do seu filho, assassinado aos 11 anos em abril de 2014 em Frederico Westphalen, no Norte do interior do Rio Grande do Sul. A decisão foi da ministra Rosa Weber. Ela não acolheu os argumentos da defesa, que pedia a revogação da prisão preventiva por entender que o decreto prisional não estaria fundamentado e que não haveria indícios mínimos de sua participação no crime.
O corpo de Bernardo Boldrini foi encontrado em um matagal na área rural de Frederico Westphalen onde ele residia com a família. As informações são do Observatório Regional.





