Covid-19: Capinzal está com 12 internados no HNSD e três na UTI do HUST

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Capinzal – Nesta terça-feira (21) foi confirmado pelo município de Capinzal a morte do segundo paciente em decorrência do coronavírus. A vítima, um homem de 55 anos, estava internado no Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD) de Capinzal e faleceu na tarde de ontem.  Na semana passada uma mulher de 57 anos, faleceu no Hospital Universitário Santa Terezinha (HUST) em decorrência da Covid-19.

Capinzal registra 282 casos positivos, confirmados até o dia de ontem. De acordo com a secretária municipal de Saúde, Kamille Sartori Beal, foi ampliado, desde segunda-feir (20), o horário de atendimento no Centro de Triagem da Covid-19, das 7h às 21h, junto ao Centro Educacional Prefeito Celso Farina.

Kamille conta que, em reunião com municípios da região e com o hospital, foi acertada essa ampliação para atender a demanda que vem sendo crescente em Capinzal. Dois médicos atendem das 7h30 às 17h no centro de triagem e das 15h até às 21h outro profissional, que não param ao meio-dia.

“Caso necessário será ampliado, nós só dependemos de médicos para essa ampliação”, destaca a secretária. Kamille revela que 12 pacientes estão internados no HNSD e três na UTI da Covid-19 no HuUST em Joaçaba.

“Pedimos para que população permaneça em isolamento, não há medicação e nem vacina, até o momento, para essa doença. Que voltem a fazer o isolamento que foi feito no início da pandemia, evitar aglomerações, utilizar máscara, e manter os hábitos de higiene, ou seja, cada uma fazer sua parte de prevenção”, reforça.

Kamille destaca que a região passou do grave ao gravíssimo, no quadro de possibilidade contágio pelo coronavírus. “Nossa região de Saúde aguarda informações do Governo do Estado, estamos fazendo as tratativas, para que a região, a partir de agora, veja quais as medidas restritivas que os municípios vão ter que adotar”, continua.

A região engloba a Ammoc e a Amplasc. “Muitas pessoas não estão respeitando as orientações dos órgãos de saúde, promovendo aglomerações. Caso seja necessário, que as pessoas denunciem na secretaria de Saúde ou até mesmo aos órgãos de segurança pública”, conclui.