Criança de 1 ano morre afogada em abrigo de acolhimento em SC

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Uma criança de 1 ano morreu afogada nesta terça-feira (27) em um abrigo de acolhimento institucional de Santa Catarina após cair em uma piscina inflável instalada no local. A equipe do abrigo acionou o socorro, porém os profissionais confirmaram o óbito ainda na instituição. Por isso, a Polícia Civil abriu investigação para esclarecer o que aconteceu e apurar possíveis responsabilidades.

Como ocorreu

De acordo com as primeiras informações, funcionários encontraram a criança dentro da piscina inflável em estado grave. Em seguida, eles chamaram o atendimento de emergência. Apesar das tentativas de reanimação, os socorristas não conseguiram salvar o menino.

Onde aconteceu
O caso ocorreu em um abrigo de acolhimento mantido no Estado de Santa Catarina, que recebe crianças em situação de vulnerabilidade social e familiar.

O que está sendo investigado

Agora, a Polícia Civil apura as circunstâncias do afogamento. Os investigadores analisam se houve falha na supervisão e se o espaço onde a piscina estava instalada oferecia condições seguras para crianças tão pequenas.

Além disso, a perícia técnica examinou o local. Os laudos devem indicar como a criança teve acesso à piscina e se havia barreiras ou mecanismos de proteção.

Fiscalização e protocolos

Paralelamente, órgãos de proteção à infância acompanham o caso. A apuração também verifica se o abrigo seguia os protocolos de segurança exigidos para instituições desse tipo, especialmente no que diz respeito à vigilância contínua das crianças.

Em situações semelhantes, o Ministério Público já cobrou regras mais rígidas para o uso de piscinas, baldes e outros recipientes com água em espaços que atendem bebês e crianças pequenas. Por isso, o resultado da investigação pode gerar novas orientações ou medidas preventivas.

Assim, a morte da criança volta a expor a fragilidade dos sistemas de controle e fiscalização em abrigos de acolhimento. As autoridades afirmam que o inquérito vai apontar se houve negligência e indicar mudanças para evitar novas tragédias.