Nesta quinta-feira, dia 25, é comemorado o Dia Nacional do Escritor. Esta data é uma homenagem aqueles que se dedicam às palavras escritas. Sejam nos textos científicos ou fictícios, os escritores precisam ter a grande habilidade de entreter os leitores.Para isso, é necessário um vasto conhecimento de vocabulários, da gramática e ortografia, além de uma boa dose de criatividade e conhecimentos gerais do mundo.
Nesta data especial, a escritora ourense, Maria Helena Bazzo concedeu entrevista a Rádio Barriga Verde e ao Michel Teixeira Notícias. Ela é professora aposentada de séries iniciais e agora escritora. Ela nos conta que após se aposentar como professora, começou a escrever e lançou seu primeiro livro em 2011: Olhos de Espiar, Boca de Contar.
Em 2012, seus livros se transformaram em espetáculo teatral no espaço educacional de Santa Catarina com o título “Cirandas de Helena”, levando ao público a importância da preservação e o resgate das cirandas.
A escritora destaca que Capinzal e Ouro é o “Caminho das Letras”.
Biografia:
Maria Helena Bazzo é natural da cidade de Ouro, interior de Santa Catarina. É professora aposentada de séries iniciais, agora escritora. Iniciou sua carreira na Educação, ao cursar o Magistério no Colégio Normal Mater Dolórum de Capinzal. Atuou como professora na rede estadual e municipal de ensino, foi coordenadora pedagógica e diretora da escola municipal Viver e Conhecer e também do Colégio Cenecista Padre Anchieta, na rede particular de ensino, da cidade de Capinzal.
Dedicou-se a ações socioeducativas, oportunizando crescimento cultural à comunidade e seu entorno, com um trabalho de resgate literário, agindo como mobilizadora de ações educativas.
Curiosa e inquieta, desde muito cedo, não gostava de que as coisas lhe passassem despercebidas. Queria saber tudo o que acontecia ao seu redor, e dentro dela também. Sua avó costumava perguntar: – Passaram pó-de-mico nessa menina? Ela ouvia o comentário e ria com um canto da boca, enquanto o outro brincava de esconde-esconde com seus dentes de leite.
Seus olhos de espiar viam poesias penduradas em todos os cantos. Andava de mãos dadas e rodava cirandas com elas. Gostava do jogo, do movimento, da sonoridade, do ritmo e da singeleza do tocar e do deixar-se tocar por palavras musicadas.
Não é por acaso que as histórias de Maria Helena para infância são poemas de acordar sentimentos e afetos. De acordar a palavra
Para o público infantil, publicou os livros:
- Olhos de espiar, boca de contar: seis crônicas com a pulsação da vida;
- Que saco! ;
- Papel de gente;
- O descobrir de Mariana;
- Asas de Pirilampo;
- O menino do bolso furado;
- Quem é mais coruja?.




