Capinzal – Ocorreu nesta sexta-feira, dia 10, mais um júri popular na Câmara de Vereadores de Capinzal. No banco dos réus estão Joel de Oliveira e João Pedro Thomé Furtado, denunciados pelo Ministério Público pela morte de Jurandir Ferreira da Costa, 36 anos. A vítima era natural de Porto União e morava há cerca de dois meses em Capinzal.
Após mais de seis horas de duração a sentença foi decretada, o réu Joel de Oliveira foi condenado a 12 anos de reclusão e João Pedro Thomé Furtado a 14 anos de reclusão.
Conforme os advogados de defesa das vítimas Diogenes Carvalho e Juliane Perotoni, são esperados pedidos de recurso do Ministério Público.
O júri foi presidido pelo juiz Daniel Radünz, na acusação atuou a promotora substituta Carolina Regina Maresch. Na defesa de João Pedro Thomé Furtado atuou o advogado Diógenes Carvalho e na defesa de Joel de Oliveira a advogada Juliane Perotoni.
Ouça a manifestação dos advogados e da promotora:
Diogenes Carvalho:
Juliane Perotoni:
Carolina Regina Maresch:
O crime ocorreu no dia 7 de maio deste ano. No dia seguinte o corpo foi localizado em meio a um pomar. Costa foi esfaqueado na parte frontal do pescoço. Os suspeitos foram presos em operação das policiais Civil e Militar no dia 11 de maio.
Conforme os autos do processo, João Pedro Thomé Furtado era vizinho da vítima e fazia ingestão de bebida alcoólica quando, então, teria chegado ao local, por volta das 21h, o acusado João de Oliveira que também passou a beber com eles. Segundo a confissão de João de Oliveira, ele começou uma discussão com a vítima por conta de quem iria comprar a próxima garrafa de cachaça, quando Jurandir Ferreira da Costa teria duvidado de que ele tinha coragem de matá-lo. João de Oliveira disse, ainda, que foi João Pedro Thomé Furtado que lhe entregou uma faca sem que Costa percebesse, a qual ele usou para atingir mortalmente o pescoço do homem.
A sentença:









