Um eclipse lunar parcial poderá ser observado de todo o Brasil entre a noite de 27 de agosto e a madrugada de 28 de agosto. Durante o fenômeno, cerca de 96,2% da Lua ficará encoberta pela sombra da Terra.
A fase parcial começa às 23h33 de 27 de agosto. O eclipse atingirá o ponto máximo às 1h12 de 28 de agosto e terminará às 2h51.
Além da grande parte do disco lunar encoberta, o fenômeno poderá fazer com que a Lua adquira uma tonalidade avermelhada, efeito popularmente conhecido como “Lua de Sangue”.
Quando será o eclipse lunar parcial?
O eclipse lunar parcial começa na noite de 27 de agosto e avança pela madrugada do dia seguinte.
Os principais horários são:
23h33 de 27 de agosto: início da fase parcial;
1h12 de 28 de agosto: momento máximo do eclipse;
2h51 de 28 de agosto: previsão para o fim do fenômeno.
O fenômeno será visível de todo o território brasileiro. Assim, a possibilidade de acompanhar o eclipse dependerá principalmente das condições do céu em cada local.
Quanto da Lua ficará coberto?
No momemnto máximo, cerca de 93% da Lua ficará encoberta pela sombra da Terra.
Eclipse lunar parcial contará com cinco fases diferentes que começam às 23h33 e termina por volta da 1h12Foto: Lidia Gabriella/Canva
A imagem acima mostra a progresso do fenômeno: às 23h58, 25% da Lua estará coberta; às 0h23, a cobertura chega a 50%; às 0h44, alcança 75%; e, às 1h12, chega ao máximo de 96,2%.
Lua pode ficar avermelhada durante o eclipse
O eclipse também poderá produzir uma mudança na aparência da Lua.
De acordo com o astrônomo Anderson Mendes, em uma publicação no Instagram, o satélite poderá adquirir uma coloração avermelhada, popularmente chamada de “Lua de Sangue”.
A tonalidade, no entanto, não é garantida e dependerá das condições do fenômeno. Por isso, embora o eclipse seja parcial, o momento de maior cobertura da Lua poderá proporcionar um efeito visual diferente no céu noturno.
Eclipse lunar pode ser observado sem proteção
Diferentemente de um eclipse solar, o eclipse lunar pode ser observado a olho nu, sem a necessidade de filtros ou equipamentos de proteção.
Para acompanhar o fenômeno, a recomendação apresentada pela Nasa é procurar locais com boa visibilidade do céu e pouca ou nenhuma interferência da iluminação das cidades.
A poluição luminosa pode dificultar a observação dos objetos celestes. Em locais mais escuros, a experiência de acompanhar o eclipse tende a ser mais favorável.





