Eclipse solar do dia 25 não será visível do Brasil; conheça ‘alternativas’

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O último eclipse solar do ano irá acontecer no dia 25 de outubro. Nele, uma parte da Lua irá se sobrepor ao Sol, resultando em um belo fenômeno que certamente irá encantar muitos espectadores. No entanto, o eclipse será visível apenas de algumas regiões da Europa, Ásia e África, ou seja, do Brasil não será possível assistir ao fenômeno astronômico.

Por sorte, haverá transmissões pela internet do fenômeno, fazendo com que pelo menos possamos ter uma visão do acontecimento.

Durante o eclipse solar a trajetória da Lua passa entre a Terra e o Sol, fazendo com que por alguns minutos o satélite cubra a luz solar que chega até nós. Dependendo de como os astros estão alinhados, o eclipse pode ser total, parcial ou anelar. Neste caso do dia 25 de outubro, o fenômeno será parcial.

 O evento astronômico acontecerá às 05h58 (horário de Brasília) da próxima terça-feira, e deve acabar por volta das 10h01. Desta vez o eclipse terá como ponto central, aquele em que os astros estão alinhados, o pólo Norte, logo quanto mais longe de lá, menos o Sol será coberto pela Lua.

Isto quer dizer que na Rússia, por exemplo, será possível ver 80% de cobertura do disco solar, enquanto na Finlândia esse número já cai para 62%. Em nenhum lugar do planeta será possível ver uma cobertura de 100%, uma vez que os astros não estão perfeitamente alinhados.

Transmissão online do eclipse

Três canais no YouTube realizarão a transmissão online do eclipse do dia 25. O primeiro é o do projeto Virtual Telescope, que irá transmitir imagens diretamente de Roma, na Itália, e poderá ser acompanhada a partir das 6h da manhã (horário de Brasília) através do site do projeto.

Há também o canal do site Time and Date, que iniciará a transmissão às 5h30 da manhã. Por fim, o Observatório de Greenwich, no Reino Unido, também fará uma transmissão ao vivo com imagens do telescópio Annie Maunder Astrographic a partir das 6h05 (horário de Brasília). A transmissão ao vivo contará com apresentação de Jake Foster, astrônomo do observatório.