Os bombeiros militares catarinenses finalizaram o primeiro dia de buscas às vítimas da tragédia em Petrópolis. Por volta das 7h deste domingo (20), a equipe com nove militares e seis cães de busca e resgate chegou na região atingida e iniciou a atuação.
Segundo o plano de ação determinado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, os bombeiros catarinenses estão trabalhando em duas regiões, chamadas Alfa 01 e 05, áreas que foram reconhecidas na tarde de sábado (19).
Além de muita lama e escombros, a presença de muitas pessoas na cena dificulta um pouco o trabalho dos cães. Bombeiros e familiares estão local participando dos esforços para encontrar as vítimas. Populares também assistem ao trabalho de busca.
A estratégia traçada pelo capitão capitão Alan Deley Cielusinski,comandante da missão, busca concentrar as ações dos binômios catarinenses para que sejam mais efetivas. Após conversar com os bombeiros fluminenses e colher mais informações, foram delimitadas áreas para que os binômios façam o rastreamento em pontos indicados que podem ter possíveis vítimas.
Segundo a Coordenadoria de Busca, Resgate e Salvamento com Cães, dos 36 binômios de todo o Brasil que estão atuando em Petrópolis, 25 deles tiveram os condutores formados em Santa Catarina. Além disso, outros cinco de corporações distintas, também formados aqui, devem chegar em breve.
A formação ministrada pelo CBMSC para a atividade com cães se dá por meio do Curso de Bombeiros Cinotécnicos.
Estão atuando na cena os cães Iron e Léia, pai e filha, pela primeira vez em uma missão conjunta. O cão Iron é a dupla do soldado Josclei, de Xanxerê, e a Léia é a dupla do cabo Canever, de Porto União.









