A Polícia Civil do Rio Grande do Sul confirmou neste domingo que houve 10 vítimas fatais envolvidas no acidente aéreo em Gramado neste domingo (22). Todas estavam a bordo do avião de pequeno porte pilotado pelo empresário Luiz Galeazzi, que levava a família para Jundiaí (SP).
O avião caiu por volta de 9h30 no centro da cidade depois de decolar de Canela (RS). Outras 17 pessoas foram atingidas em solo. Duas delas estão em estado grave, porque tiveram queimaduras severas. Outras cinco foram liberadas e 12 ainda passam por atendimento médico.
Os mortos são todos parentes do empresário paulista. Segundo a Polícia Civil, a Família Galeazzi a bordo do avião era composta pela esposa de Luiz, seus três filhos, a irmã, o cunhado, a sogra e duas crianças.
A jornalistas, o delegado Gustavo Barros afirmou que uma pousada e uma loja foram atingidas durante a queda, causando um incêndio. Uma pessoa estacionada no posto de gasolina próximo também foi atingida. O Corpo de Bombeiros disse que prestou atendimento às vítimas, controlou o fogo e realocou os turistas para outras acomodações.
O governador gaúcho, Eduardo Leite (PSDB), declarou que as causas do acidente ainda são desconhecidas e que o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) e a Polícia Civil vão conduzir as investigações. “O que sabemos é que as condições climáticas não eram das melhores, mas somente os especialistas poderão dizer melhor”, disse.
Para que a investigação comece, as forças de segurança deverão retirar os escombros do avião do local. Até o momento, no entanto, não há demanda por desaparecidos, informou o governador.


