Governo Lula destina R$ 16 milhões para refeições em palácios presidenciais

Política

Um contrato sob demanda, com vigência de 12 meses, vai garantir o fornecimento de mais de 570 mil unidades de refeições para quatro endereços oficiais da Presidência da República. No total, o governo Lula reservou pouco mais de R$ 16 milhões para custear a alimentação na Granja do Torto e nos palácios do Planalto, da Alvorada e do Jaburu.

Cardápio variado com carnes nobres e pratos típicos

A encomenda prevê almoços, jantares, lanches e coffee breaks. No cardápio das refeições principais, constam cortes de carne bovina como alcatra, contra-filé e maminha, além de pernil e lombo suínos. Frango e peixes — tilápia, merluza, badejo e pescada amarela — também fazem parte da lista.

Pratos especiais estão programados para datas específicas. Bacalhau é uma das preparações previstas, assim como um rodízio semanal de pratos típicos que inclui feijoada, costela e cassoulet.

Acompanhamentos diários

As refeições deverão vir acompanhadas todos os dias de arroz branco e integral, feijão, saladas de folhas e legumes cozidos. Itens de apoio como azeite, molhos e farinha de mandioca completam o cardápio.

Justificativa do Poder Executivo

Em documento oficial, a Presidência da República explicou a finalidade do contrato. “O fornecimento das refeições destina-se ao atendimento de servidores em exercício e de compromissos oficiais realizados nos palácios presidenciais e unidades sob responsabilidade da Presidência da República”, justificou o Poder Executivo.

Sobre os volumes previstos, o governo também se pronunciou: “As quantidades estimadas foram definidas com base no histórico de consumo dos últimos anos, considerando-se, ainda, a possibilidade de variação da demanda ao longo do período contratual, em razão das atividades institucionais.”

O contrato de alimentação não é o único gasto expressivo do Executivo que chamou atenção. Levantamento da revista Veja apontou que, em 2025, o Poder Executivo desembolsou cerca de R$ 420 milhões com o cartão corporativo. Segundo a apuração, os maiores gastos foram direcionados a empresas de pagamento, de materiais de construção e ao iFood.

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