Capinzal – O juiz Daniel Radünz negou nesta segunda-feira (15) liberdade provisória a Marcelinho Martins, 19 anos, acusado de tráfico de drogas e associação para o tráfico em Capinzal.
O magistrado indeferiu o pedido com base no entendimento de que as medidas cautelares diversas da prisão seriam insuficientes para a manutenção da ordem pública, bem como para a garantia da conveniência da instrução criminal. “Tais circunstâncias, conforme já pontuado em relação ao réu José Luiz Forquezato, também aqui persistem”, resumiu.
José Luiz Forquezato, 61 anos, Juliane Aparecida Forquezato, 31 anos, Emmanuele Monique Zago dos Santos, 21 anos, Mateus Dalsoto, 21 anos e Marcelinho Martins, 19 anos, foram presos em Capinzal no dia 7 de abril em operação conjunta das polícias Civil e Militar.
Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão e de prisão em residências nas ruas Máximo Rosseti e Paulo Henrique Mulinetti, ambas no loteamento Colina, onde foram apreendias drogas e dinheiro de origem duvidosa. Quatro suspeitos foram presos através de mandado judicial e um em flagrante. Conforme a denúncia, os suspeitos, na maioria das vezes, adquiriam drogas em Erechim/RS para vender em Capinzal.
O movimento seria intenso de usuários, segundo levantamento do setor de inteligência da Polícia Militar, era intenso, principalmente à noite e de madrugada. As casas onde foram feitas as buscas são no final de rua sem saída, o que facilitava a atuação de “olheiros”. O tráfico, segundo o MP, estaria ocorrendo desde o ano passado.
Várias denúncias haviam sido feitas à polícia, e com base nisso, teve início as investigações. A denúncia do Ministério Público foi aceita pela Justiça. Jose Luiz Forquezato, conhecido como “Vô do Pó”, já teve pedido de liberdade provisória negado pela Justiça de Capinzal. A defesa dele ingressou com habeas corpus junto ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina alegando ausência de provas. Os cinco estão no presídio regional de Joaçaba.




