A revitalização da rodovia que liga Piratuba e Capinzal é uma demanda antiga de moradores e de motoristas que utilizam com frequência os 25 quilômetros do asfalto precário. Em abril deste ano o Governo do Estado deu a ordem de serviço para as obras e em maio elas foram iniciadas, porém, o avanço é lento e usuários têm questionado a demora. A falta de licenças ambientais é que atrasam o trabalho.
Leitores do Jornal Comunidade que transitam pela rodovia relatam que logo após o anúncio de assinatura do contrato com a empresa vencedora da licitação e assinatura da ordem de serviço, máquinas até trabalharam e iniciaram a limpeza às margens da rodovia, porém, o serviço está praticamente parado.
Informações que chegaram ao Comunidade dão conta de que o projeto de revitalização não contemplou todas as questões ambientais e por isso o andamento da obra é lento.
O Jornal Comunidade fez contato com a Secretaria de Estado de Infraestrutura, para saber qual o motivo da morosidade da revitalização. Em nota, a Superintendência de Infraestrutura do Governo relatou que neste momento a Celesc trabalha na remoção de postes e cabeamento da iluminação e que realmente a Secretaria aguardava a licença de corte de árvores. Na nota a Superintendência também informou que nesta semana será iniciada a retirada a vegetação, para depois, começar as obras de terraplenagem ao longo da rodovia.
A revitalização
A obra foi licitada pelo Governo do Estado e deve custar mais de R$ 74 milhões. Uma empesa de Minas Gerais foi a vencedora, mas ela terceirizou alguns serviços para empresas da região. A rodovia, que tem pouco mais de 25 quilômetros entre os dois municípios, apresenta problemas há muitos anos. O projeto de revitalização prevê os serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem, sinalização, obras de contenção, serviços de iluminação e construção de mais de 10 quilômetros de terceira faixa. (Cristiano Mortari/Jornal Comunidade)



