Empresário vitorioso, bolsonarista assumido, Luciano Hang comanda hoje um grande grupo econômico de expressão nacional. Ativista político mantém-se em evidência pela expectativa gerada sobre a possível candidatura ao Senado. A primeira definição deverá ocorrer até 15 de março. Mas a candidatura, segundo revela, só em agosto.
Quando o senhor vai anunciar a candidatura ao Senado?
“Patriotas? Devo me posicionar sobre a filiação até o dia 15 de março. Neste momento estou encontrando com diversas siglas partidárias. Sobre a minha participação nas próximas eleições, ainda há muitas questões a serem analisadas e sabemos que até agosto poderei me decidir. Sobre a filiação, resolvi antecipar a decisão, para não causar problemas aos demais interessados em participar do pleito deste ano“.
A que o senhor atribui o sucesso do grupo Havan?
“A Havan se tornou uma empresa de sucesso graças ao trabalho. Desde o princípio acreditamos que a Havan seria uma empresa diferente. Começamos pequenos, mas sonhamos grande. Nunca tivemos medo de nos reinventar para chegar a resultados diferentes, sempre buscando oferecer uma experiência única para os nossos clientes.
É importante dizer que na Havan todos são vistos como clientes, desde colaboradores e fornecedores. Por isso, temos a meta de “Pensar como um cliente”, questionar-se cotidianamente se estamos agindo de forma que gostaríamos que agissem com a gente. Nosso princípio é a liberdade com responsabilidade. Aqui, as pessoas são responsáveis pela tomada de decisão nas suas funções e são orientadas a compartilhar suas ideias e experiências do dia a dia, pois são elas que conhecem suas realidades e necessidades com profundidade.
Costumo dizer que o Brasil podia seguir o exemplo da Havan. Com humildade, simplicidade e união, conseguimos construir uma equipe focada na diferenciação. Somos uma das maiores nações do mundo, tanto em território quanto em número populacional e ainda assim, somos a 14ª economia mundial.
Eu acredito que temos total condições de estar nas primeiras posições. Para isso, precisamos de gestores, inclusive políticos voltados à gestão, que pensem no coletivo e não no individual, que preguem menos ideologias furadas e pensem mais no cidadão e menos no estado“.


