Chapecó – Durante a mobilização contra a Reforma da Previdência, proposta pelo governo de Michel Temer, um grupo com cartazes, bandeiras se posicionou em frente à Loja Havan, no Centro de Chapecó, alegando que a empresa deve R$ 168 milhões ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). “O governo Temer quer mexer na sua aposentadoria, mas não cobra dos sonegadores. A Havan deve R$ 168 milhões ao INSS”, diz um dos cartazes.
Mas a grande polêmica foi quando os manifestantes passaram correntes e fecharam a entrada da loja com cadeado, sendo então necessário o acionamento da Polícia Militar para a liberação do local.
O protesto iniciou na Praça Coronel Bertaso e se estendeu ao longo da avenida principal da cidade. Em alguns momentos, os cerca de 200 manifestantes, em palavra de ordem, gritavam nomes de políticos da região Oeste que apoiam a reforma proposta por Temer.
Bancários, professores da rede estadual de ensino de Chapecó e centrais sindicais participam da mobilização que havia sido anunciada ainda na semana passada.
https://www.facebook.com/michelteixeiranoticias/videos/1714358281950309/
Resposta
Em sua página no Facebook Luciano Hang respondeu a manifestação:
Hoje pela manhã manifestantes e políticos ligados ao PT se reuniram em frente a loja Havan de Chapecó (Santa Catarina) querendo impedir a abertura e o acesso dos nossos colaboradores e clientes a loja.
Todos foram identificados e serão processados criminal e civilmente.
Queremos agradecer a policia que prontamente restabeleceu a ordem.
Fica aqui o meu apelo para que mudem as leis, para que o certo volte a ser certo e o errado volte a ser errado.
O que o Brasil quer é ordem e progresso.
(Com informações do Lê Notícias)





Afinal ele deve ou não deve?
Pão e circo, tempo dos escravos, são todos os filhos da pt, vão pagar o que devem
Falar dos manifestantes é fácil. Por que ele não fala sobre o motivo da manifestação??
CONCORDO
Ele passou mais tempo ofendendo os petistas do que se defendendo ,porque será ???
Em momento algum falou da suposta dívida!
Somente criticou o ato. Não fez questão de se defender da acusação.