Marido suspeito de matar a própria esposa é preso dentro de hospital em SC

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Joinville – O homem suspeito de matar a própria esposa foi preso na tarde desta quarta-feira (13), em Joinville. A polícia o encontrou em um hospital da cidade após receber uma denúncia anônima. De acordo com o delegado Dirceu Silveira Junior, responsável pelo caso, o suspeito teria se atirado de uma ponte, numa tentativa de suicídio, e quebrou o braço. Em seguida, ele foi encaminhado ao hospital, onde foi preso em flagrante por homicídio.

Conforme o delegado, o hospital não sabia da situação. O homem foi preso, encaminhado para a delegacia e deve passar por audiência de custódia na manhã desta quinta-feira (14).
Duas crianças, que são filhas dele, teriam presenciado o assassinato da própria mãe, de acordo com informações da Polícia Civil. O caso aconteceu na manhã desta quarta-feira (13) no bairro Espinheiros, na zona Leste da cidade.
Crime cometido na frente dos filhos
Conforme informações repassadas pela equipe do Corpo de Bombeiros Voluntários que atendeu a ocorrência, a mulher, de 30 anos, estava com um arame enrolado no pescoço e tinha diversos ferimentos pelo corpo.
Segundo o investigador, além da possibilidade de ter sido estrangulada com o arame, um martelo que pode ter sido utilizado para agredir a mulher foi encontrado no imóvel. O cadáver foi encontrado por volta das 9h no quarto da quitinete em que vivia o casal.
Ainda conforme o investigador, quem teria encontrado o corpo foi o filho de 8 anos que, na sequência, chamou a irmã mais velha, de 18, que é filha apenas da vítima e mora no mesmo imóvel, no andar de cima. Como a casa é pequena, é possível que as crianças tenham presenciado a cena ou, pelo menos, ouvido o barulho.
Quando as equipes de segurança chegaram ao local, as crianças estavam sendo acolhidas por uma irmã mais velha. Agora, o Conselho Tutelar vai acompanhar o caso.
Dirceu ainda diz que tanto a mulher quanto o homem são venezuelanos, eram casados há 18 anos e viviam em Joinville há quatro. Testemunhas contaram aos policiais que a vítima já vinha recebendo violência psicológica e ameaças de morte há algum tempo. (NSC)