Pesquisa do Serasa Experian mostra que das 20 milhões de pequenas empresas no Brasil, 40,5% são comandadas por mulheres, sendo as donas do negócio ou sócias majoritárias.
É o caso de Rosangela Kubota que há dois anos transformou uma habilidade recém adquirida em uma profissão. “Após o nascimento do meu terceiro filho, a bagunça tomou conta de casa. Comecei a estudar sobre organização e fiz um curso de formação em personal organizer.”, conta.
Ela ressalta que o processo foi bem rápido e natural. Com a chegada da pandemia as pessoas também puderem “prestar mais atenção” em suas casas, o que tornou alguns serviços ainda mais essenciais.
Rosangela lembra que sempre teremos compromissos para cumprir, tarefas para realizar, objetos para colocar no lugar, mas a organização torna todo esse processo mais prático e produtivo, trazendo leveza e paz para sua vida.
Atualmente a maior demanda da Ro Organiza é pelo serviço residencial, no entanto um segmento que tem crescido bastante é o de mudança. “As pessoas buscam praticidade e não querem mais perder tempo embalando, caixas e mais caixas, depois desembalar e organizar tudo. Em menos de uma semana desmontamos um lar e montamos o outro”, conta.
O organizer pode atuar em muitas frentes, o que é bastante interessante para quem deseja ingressar na área: casas; cômodos; guarda-roupas; malas; quartinho de bebês; ambientes para pessoas com necessidades especiais; mudanças; pós-luto; documentos; agenda pessoal; escritórios; home Office, acumuladores e ambientes de empresa.


