Na tarde desta terça-feira, 6 de setembro, no primeiro debate dos candidatos feito neste mês, realizado pela rádio Jovem Pan News e transmitido para mais de 10 outras rádios do Estado, o candidato Gean Loureiro falou a respeito de temas como governabilidade e redução de impostos.
Questionado por um ouvinte sobre como será a sua estratégia e articulação política para o Governo do Estado, Gean ressaltou a importância da experiência e preparo para conduzir a máquina pública: “A experiência é fundamental para não cair de paraquedas para governar o Estado de Santa Catarina. Tive a oportunidade de ser deputado estadual, federal e vereador, e isso me ensinou os caminhos do legislativo. A relação com a Assembleia tem que ser republicana, sadia, com capacidade de convencimento. Assim como a relação com os órgãos de controle, como o MP, TCE e TJ. Quando se busca essa relação com os órgãos quem ganha é toda sociedade, e é assim que vamos fazer”.
A respeito de responsabilidade fiscal, o ex-prefeito de Florianópolis falou sobre a saúde financeira do município, que foi recuperada em sua gestão. “Tive a oportunidade de ter todas as contas aprovadas pelo TCE, uma avaliação com mérito em uma cidade que tinha a pior gestão fiscal do Brasil e conseguiu recuperar as finanças. Nós tínhamos uma classificação de crédito que era praticamente impossível atrair financiamentos e buscar recursos, e passamos para um ‘Triple A’, com avaliação positiva das contas”.
Perguntado sobre impostos, Gean usou também o exemplo do que fez em Florianópolis e garantiu que irá reavaliar os impostos e buscar a diminuição, e não aumentará as alíquotas: “Quando eu assumi a prefeitura em 2017, a cidade se encontrava em uma situação de gestão fiscal calamitosa. Nós reavaliamos a alíquotas e reduzimos, como a do ITBI, passando de 3% para 2%. Meu compromisso é não aumentar impostos. Nós temos o entendimento que a redução dos impostos desenvolve mais a economia, gera mais empregos e maior arrecadação, já que o contribuinte tem condições de pagar. É possível rever os tributos e estimular os setores que precisam mais”.



